"Toda a nossa ciência, comparada com a realidade, é primitiva e infantil - e, no entanto, é a coisa mais preciosa que temos." Albert Einstein
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Caderno do Aluno - volume 2 - 9º ano
Clique no link para baixar o caderno do aluno.
http://pt.slideshare.net/julianagomes906/ciencias-8s-9anocaavol2baixa-54407102
terça-feira, 5 de maio de 2015
Relatório do Experimento de Transformações Químicas
Para responder o relatório do experimento de Transformações Químicas Clique aqui.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Avaliação de Recuperação
Alunos, segue o link para realizarem a atividade de recuperação.
Lembrem-se que somente será permitido uma resposta por pessoa.
Boa Sorte!!!
https://docs.google.com/forms/d/1UwGRhvaFK-kwjIoPnDQQtBQXLwUPo2F_dn8Ui2ikfAE/viewform
Lembrem-se que somente será permitido uma resposta por pessoa.
Boa Sorte!!!
https://docs.google.com/forms/d/1UwGRhvaFK-kwjIoPnDQQtBQXLwUPo2F_dn8Ui2ikfAE/viewform
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Energia Hidrelétrica
A energia hidrelétrica é a
obtenção de energia elétrica através do aproveitamento do potencial hidráulico
de um rio. Para que esse processo seja realizado é necessária a construção
de usinas em rios que possuam elevado volume de água e que apresentem desníveis
em seu curso.
A força da água em movimento é
conhecida como energia potencial, essa água passa por tubulações da usina com
muita força e velocidade, realizando a movimentação das turbinas. Nesse
processo, ocorre a transformação de energia potencial (energia da água) em
energia mecânica (movimento das turbinas). As turbinas em movimento estão
conectadas a um gerador, que é responsável pela transformação da energia mecânica
em energia elétrica.
Normalmente as usinas
hidrelétricas são construídas em locais distantes dos centros consumidores,
esse fato eleva os valores do transporte de energia, que é transmitida por fios
até as cidades.
A eficiência energética das hidrelétricas
é muito alta, em torno de 95%. O investimento inicial e os custos de manutenção
são elevados, porém, o custo do combustível (água) é nulo.
Atualmente, as usinas
hidrelétricas são responsáveis por aproximadamente 18% da produção de energia
elétrica no mundo. Esses dados só não são maiores pelo fato de poucos países
apresentarem as condições naturais para a instalação de usinas hidrelétricas.
As nações que possuem grande potencial hidráulico são os Estados
Unidos, Canadá, Brasil, Rússia e China. No Brasil, mais de 95% da energia
elétrica produzida é proveniente de usinas hidrelétricas.
Apesar de ser uma fonte de
energia renovável e não emitir poluentes, a energia hidrelétrica não está
isenta de impactos ambientais e sociais. A inundação de áreas para a construção
de barragens gera problemas de realocação das populações ribeirinhas,
comunidades indígenas e pequenos agricultores.
Os principais impactos ambientais
ocasionados pelo represamento da água para a formação de imensos lagos
artificiais são: destruição de extensas áreas de vegetação natural, matas
ciliares, o desmoronamento das margens, o assoreamento do leito dos rios,
prejuízos à fauna e à flora locais, alterações no regime hidráulico dos rios,
possibilidades da transmissão de doenças, como esquistossomose e malária,
extinção de algumas espécies de peixes.
domingo, 31 de agosto de 2014
Estudo dos Micro-organismos
Durante a aula prática, após 7 dias, realizamos a observação dos resultados da coleta de micro-organismos pelos ambientes escolares.
As culturas que mais se observou colônias estavam nas placas das alunas Karen (skate) e Brenda (exposta ao ar - sala de aula), ambas alunas do 7º ano A.
As imagens abaixo são referentes a observação no microscópio de colonias de fungos presentes na placa da aluna Brenda.
Imagens: Isabella (7ºano A)
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
7ºAno - OS MICRO-ORGANISMOS
OS MICRO-ORGANISMOS
Os micro-organismos existem em todo o lado, desde a superfície terrestre até altitudes elevadas, em todas as áreas continentais, nos ambientes marítimos desde a superfície até as profundezas abissais. Estima-se que a massa microbiana total seja 25 vezes superior à massa total da vida animal. Os animais transportam enormes populações microbianas, por exemplo, o corpo humano tem 10 bilhões de células e 100 bilhões de micro-organismos.
Dos milhares de micro-organismos conhecidos, apenas um número reduzido causam doenças. Todos os animais e plantas dependem de transformações químicas efetuadas por micro-organismos no ambiente. Os micróbios promovem a reciclagem da matéria na natureza, transformados compostos complexos em outros mais simples. Os produtos de degradação são absorvidos pelas plantas, e posteriormente as plantas são ingeridas pelos animais. Por fim, as plantas, os animais e os seus dejetos são depositados no ambiente e o processo repete-se. Na ausência dos micro-organismos a matéria orgânica acumular-se-ia indefinidamente.
Com o início dos estudos dos microrganismos, ficou claro que a divisão dos seres vivos em dois reinos (animais e plantas) era insuficiente. Em 1866 foi sugerida a criação de um terceiro reino (protista), que englobava as bactérias, algas, fungos e protozoários.
Essa classificação foi satisfatória até que estudos mais avançados sobre a ultra-estrutura celular demonstraram duas categorias de células (procarióticas e eucarióticas).
Em 1969 foi proposta a classificação baseada na organização celular e na forma de obter energia e alimento. A nova classificação dividiu os seres vivos em cinco reinos: Reino Plantae, Reino Animália, Reino Fungi, Reino protista (microalgas e protozoários) e Reino Monera (bactérias e cianobactérias).
No ano de 1979, C. Woese estudando as similaridades e diferenças do RNA ribossômico propôs uma nova classificação para os seres vivos. Domínio Arquibactérias (bactérias metanogênicas, bactérias termófilas, bactérias acidófilas e bactérias halófilas), Domínio Eubactérias (inclui as demais bactérias e cianobactérias) e Domínio Eucarioto (inclui plantas, animais, fungos, protozoários e algas).
Os vírus não se enquadram na classificação dos seres vivos, por não apresentarem uma estrutura celular. São formados basicamente por uma porção de material genético (DNA ou RNA), envolvido por proteína. Alguns vírus com estruturas mais complexas possuem sobreposto a camada protéica um envoltório lipoprotéico. Fora das células, os vírus não possuem atividade metabólica própria. São classificados de acordo com o ácido nucléico, composição química e morfologia.
Tipos de micro-organismos:
Vírus
Vírus são os menores microorganismos que existem. São responsáveis por doenças comuns, como resfriado, gripe e dor de garganta. Causam também doenças terríveis, como poliomielite, Ebola e Aids.
Bactérias
Bactérias são organismos unicelulares tão simples que são desprovidos de núcleo e em geral têm um só cromossomo. Trilhões de bactérias habitam o nosso corpo, a maioria no trato digestivo. Elas ajudam a digerir os alimentos e são a fonte principal da vitamina K, necessária para a coagulação do sangue. Apenas umas 300 das cerca de 4.600 espécies de bactérias catalogadas são consideradas patógenas (causadoras de doenças). Ainda assim, as bactérias são a fonte de uma longa lista de doenças em plantas, animais e humanos. Nos humanos essas doenças incluem tuberculose, cólera, difteria, antraz, cáries dentárias, certos tipos de pneumonia e várias doenças sexualmente transmissíveis.
Protozoários
Protozoários, como as bactérias, são organismos unicelulares, mas podem ter mais de um núcleo. Incluem as amebas e os tripanossomas, bem como o parasita da malária. Cerca de um terço das espécies vivas são parasitas — existem cerca de 10.000 espécies — embora poucos desses parasitas causem doenças em humanos.
Fungos
Fungos também podem causar doenças. Esses organismos têm um núcleo e formam emaranhados de filamentos. As infecções mais comuns são tinhas (micoses), como pé-de-atleta e candidíase (cândida). Infecções fúngicas graves em geral afligem apenas pessoas com defesas enfraquecidas pela desnutrição, câncer, drogas ou infecções viróticas que suprimem o sistema imunológico.
8ªSérie - Sistema Nervoso Humano
SISTEMA NERVOSO
Na nossa relação com o mundo, o tempo inteiro somos estimulados e respondemos aos elementos do ambiente. A cada estímulo externo (como o cheiro de um alimento ou o som de uma buzina) e mesmo interno (como dor ou sensação de fome), o organismo reage, ou seja, de certo modo “responde a essas perguntas:
De onde vem o estímulo?
Como meu corpo reage a esse estímulo?
Isto me fará bem ou mal?
Já tive essa sensação antes?
Esse processo ocorre no sistema nervoso central de maneira tão instantânea que a nossa consciência não tem como identificar todas as suas etapas, nem os milhares de estímulos que o corpo recebe a todo instante.
Para compreender melhor como percebemos os estímulos externos e como respondemos a eles, é fundamental reconhecer o sistema que forma a rede de comunicação do corpo.
Vamos trabalhar da seguinte forma:
1º Análise de texto e Mapa Conceitual
Texto - Disponível AQUI.
Mapa Conceitual - Disponível AQUI.
2º Aula expositiva com imagens e vídeos.
O objetivo central da utilização das mídias é complementar o conceito de estímulos, receptores, reações e sensações.
Aula ppt - Disponível AQUI.
Vídeo - Neurônio a Célula do Sistema Nervoso

Vídeo - Impulso Nervoso - Atlas do Corpo Humano

3º Atividades
Após a aula teórica, responder as atividades do caderno do aluno.
Páginas: 47 a 60.
4º Avaliação
Lista de exercícios em sala.
Bons Estudos...
Assinar:
Postagens (Atom)


